“A Serra de Agostinho”, um documentário biográfico sobre a vida de Frei Agostinho da Cruz, realizado em 2020, por Alberto Pereira, foi distinguido com o 3.º lugar na Categoria Religião/Turismo Film. Vera Cruz, Porto Seguro, Brasil, terra onde os portugueses aportaram pela primeira vez, foi o lugar onde se realizou, entre os dias 22 e 29 de Junho, a IV Finisterra Brasil, Film Art & Tourism Festival. Nas palavras do realizador, Alberto Pereira, “ Foi uma grande honra receber um galardão por decisão de um júri constituído por pessoas que fazem cinema por este mundo fora. Não só simboliza o reconhecimento e dedicação pelo meu trabalho, mas, também, pelo trabalho de todos os que comigo colaboraram neste projecto. Uma palavra de agradecimento ao Salvador Peres, ao Nuno David, à Dina Barco e João Completo, ao Alexandre Murtinheira e ao Eduardo Carqueijeiro. Também pela sua participação especial, à Professora Maria Helena Mattos, a Frei Hermínio Araújo, Frei Miguel Lourei...
de assinalar a surpreendente, sempre surpreendente, vivência próxima dos amigos roazes, entretidos em grupo, em Família bem para além de laços de sangue
ResponderEliminardurante uma fresca manhã, os golfinhos permitiram a nossa interessada companhia, exactamente à hora da refeição - há registo fotográfico a evidenciar a pescaria e a alegria de um repasto convivial
há também registo da presença de uma tenra cria, porventura o anunciado "Pirata" nascido há poucos dias, ainda colado à mãe ou à golfinha ama que a reveza
algumas embarcações aproximavam-se, curiosas, um tanto intrusivas, sobretudo de mantinham os motores ligados - e algumas atitudes dos golfinhos demonstravam stress, com batimentos da barbatana caudal a resfolegar na água, por vezes interpretado como pirueta mas afinal uma reacção legítima a manifestar desconforto
há uma comunidade a respeitar por outra comunidade que perturba um habitat precioso e que importa preservar e cuidar
a comunidade "invasora" também se comportou bem, abrindo o pano e velejando a singrar sem ruído sob as águas do Sado anfitrião - acima da linha de água era a vozearia de crianças e adultos, expressão de admiração e espanto, inevitáveis afectos contidos, ante o prodígio da natureza e de seres que os humanos devem respeitar, em coexistência pacífica e dever de assegurar a biodiversidade, a sustentabilidade do habitat, a despoluição dos rios, a desobstrução do estuário, para que os golfinhos sobrevivam e se desenvolvam, em harmonia
e se tanto precisamos de harmonia, também temos que avançar na harmonia com a natureza e com os seres que habitam o planeta azul
em especial, tornar estes passeios a expressão da possibilidade de convivência harmoniosa entre os habitantes do nosso rio Azul
uma bela manhã no Sado, obrigado ;_)))